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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Mostra Quentin Tarantino no CCBB

Existe coisa mais contemporânea que Tarantino?
Na semana que vem, vai chegar ao Rio a Mostra Quentin Tarantino, no CCBB. Serão exibidos todos os filmes do cineasta, incluindo suas participações como ator e produtor, totalizando 19 títulos. 
E outra boa notícia é que o Cinepasse sai por R$6 ou 3 (meia) e vale pra TODOS os filmes da mostra! 

De 17 a 29 de Julho

*O CCBB agora não abre às TERÇAS
R$ 6 e R$ 3 (meia) – Você só paga uma vez para ir a todas as sessões!*
*CINEPASSE : Válido por 30 dias, para acesso às mostras de cinema, por meio de senhas. As senhas deverão ser retiradas 1 hora antes decada sessão (eu nunca tive problemas pra retirar mais perto da sessão começar, desde que hajam lugares livres, claro).




Programação Completa

17 de julho – quarta-feira
14h30 – Amor à Queima-Roupa (1993), 120 min, DVD, 16 anos
17h – Cães de Aluguel (1992), 99 min, 35mm, 18 anos
19h - Tarantino’s Mind (2006), 15 min, DVD, 14 anos + Pulp Fiction – Tempo de Violência (1994), 154 min, 35mm, 18 anos

18 de julho – quinta-feira
15h30 – Assassinos por Natureza (1994), 118 min, 35mm, 18 anos
18h – O Albergue (2005), 100 min, DVD, 18 anos
20h – O Albergue 2 (2007), 93 min, DVD, 18 anos

19 de julho – sexta-feira
14h – Dance me to the End of Love (1995), 6 min, DVD, 14 anos + Grande Hotel (1995), 98 min, 35mm, 16 anos
16h – Jackie Brown (1997), 154 min, 35mm, 16 anos
19h – Django Livre (2012), 145 min, 35mm, 16 anos

20 de julho – sábado
14h30 – Um Drink no Inferno (1995), 108 min, 35mm, 18 anos
17h – Um Drink no Inferno 2 : Texas Sangrento (1999), 96 min, DVD, 18 anos
19h – Sin City – A Cidade do Pecado (2005), 124 min, 35mm, 16 anos
21 de julho – domingo
14h30 – Kill Bill: Vol.1 (2003), 110 min, 35mm, 18 anos
16h30 – Kill Bill: Vol.2 (2004), 136 min, 35mm, 16 anos
19h – Bastardos Inglórios (2009), 153 min, 35mm, 18 anos

22 de julho – segunda-feira
15h – Jackie Brown (1997), 154 min, 35mm, 16 anos
18h30 – Grindhouse – À Prova de Morte + Planeta Terror , 191 min, Bluray, 18 anos

24 de julho – quarta-feira
14h30 – O Albergue (2005), 100 min, DVD, 18 anos
16h30 – Sin City – A Cidade do Pecado (2005), 124 min, 35mm, 16 anos
19h – Bastardos Inglórios (2009), 153 min, 35mm, 18 anos

25 de julho – quinta-feira
16h – O Albergue 2 (2007), 93 min, DVD, 18 anos
18h – Cães de Aluguel (1992), 99 min, 35mm, 18 anos
20h – Kill Bill: Vol.1 (2003), 110 min, 35mm, 18 anos

26 de julho – sexta-feira
15h – Um Drink no Inferno (1995), 108 min, 35mm, 18 anos
17h – Dance me to the End of Love (1995), 6 min, DVD, 14 anos + Amor à Queima-Roupa (1993), 120 min, DVD, 16 anos
19h30 – Kill Bill: Vol.2 (2004), 136 min, 35mm, 16 anos

27 de julho – sábado
15h – Um Drink no Inferno 2 : Texas Sangrento (1999), 96 min, DVD, 18 anos
17h – Pulp Fiction – Tempo de Violência (1994), 154 min, 35mm, 18 anos
20h – À Prova de Morte (2007), 114 min, 35mm, 16 anos

28 de julho – domingo
15h30 - Grande Hotel (1995), 98 min, 35mm, 16 anos
17h30 – Assassinos por Natureza (1994), 118 min, 35mm, 18 anos
20h – Planeta Terror (2007), 92 min, DVD, 18 anos

29 de julho – segunda-feira
14h - Pulp Fiction – Tempo de Violência (1994), 154 min, 35mm, 18 anos
17h – Django Livre (2012), 145 min, 35mm, 16 anos
20h – Tarantino’s Mind (2006), 15 min, DVD, 14 anos + Cães de Aluguel (1992), 99 min, 35mm, 18 anos

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Palestrantes confirmados no III Simpósio de Psicanálise de Niterói - A psicanálise, ainda? Clínica e contemporaneidade.


III Simpósio de Psicanálise de Niterói promete debates incríveis!
Confira os palestrantes confirmados:



Flavia Albuquerque
Psicanalista, especialista em Teorias e Técnicas da clínica psicanalítica pelas Faculdades Pestalozzi. Idealizadora do Simpósio de Psicanálise de Niterói

Fernanda Pimentel
Psicanalista, Mestre em Pesquisa e Clínica em Psicanálise pela UERJ, especialista em Psicanálise e Laço Social pela UFF. Integrante do LAPSICON -  Laboratório de Investigação das Psicopatologias Contemporâneas

Felipe A. Garcia Grillo.
Psicanalista, especialista em Psicologia Clínica pela PUC-Rio. Participante de Formações Clínicas do Campo Lacaniano/Rio de Janeiro.

Érico Lemos de Souza

Psicanalista, especializando em Psicanálise e Saúde Mental pela UERJ, residente em Saúde Mental pela Secretaria de Saúde do Município do Rio de Janeiro


Rosângela F M Santos

Psicanalista, especialista em Psicologia Clínica pela PUC-Rio. Participante de Formações Clínicas do Campo Lacaniano/Rio de Janeiro.

Fernanda Samico
Psicanalista, Mestre Pesquisa e Clinica em Psicanalise pela UERJ, professora e supervisora pedagógica da pós-graduação em Teoria e Clínica Psicanalítica na Universidade Severino Sombra - Vassouras, RJ. Associada do Corpo Freudiano Escola de Psicanálise - RJ

Rodrigo Godoy
Psiquiatra, Psicanalista, membro titular da Associação Brasileira de Psiquiatria.

Cláudia Henschel de Lima 
Psicanalista, PhD em Psicologia Social e da Personalidade pela UFRJ. Professora Adjunta do Departamento de Psicologia da Universidade Federal Fluminense - UFF. ICHS - Volta Redonda. Coordenadora do LAPSICON - Laboratório de Investigação das Psicopatologias Contemporâneas. Membro da AUPPF.

Adriana Lipiani
Psicanalista, Mestre em Pesquisa e Clinica em Psicanálise pela UERJ, especialista em Psicanálise e Saúde Mental pela UERJ/CEPSAM, especialista em Assistência a Usuários de Álcool e Outras Drogas pela UFRJ/IPUB/PROJAD, formação pelo Instituto de Clínica Psicanalítica da EBP-Rio


Alexandre B. Balbi

Psicanalista, Pós-doutorando UFRJ/FAPERJ. Membro do cartel de toxicomania e alcoolismodo da EBP-Rio.

Mariana Garcia Martins
Psicanalista. Especialista em Psicologia Clínica pela PUC-RJ. Membro participante de Formações Clínicas do Campo Lacaniano - RJ.

Julie Travassos Gallina 
Psicanalista. Mestre em Psicanálise pela Universidade Veiga de Almeida. Participante de Formações Clínicas do Campo Lacaniano/Rio de Janeiro.





Informações e inscrições:

simposiodepsicanalisedeniteroi@gmail.com

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Crack: incluir para tratar


Texto do psiquiatra Rodrigo Godoy, que será nosso palestrante no III Simpósio, publicado no jornal O Globo em 26 de fevereiro de 2013.

Crack: incluir para tratar

Além de todo o dano causado aos doentes e suas famílias, uma epidemia tem o sinistro poder de provocar uma verdadeira comoção, testando as fragilidades de nosso tecido social e das estruturas responsáveis pela elaboração de uma resposta. 
Embora possa trazer graves transtornos à esfera da ordem pública, uma epidemia é, eminentemente, um problema de saúde pública, ou seja, uma questão clínica, médica, sobretudo no que diz respeito a seu tratamento. 
No caso da atual epidemia de dependência de crack, todos estamos impressionados pela gravidade da degradaçao da saúde mental das pessoas afetadas, ainda que na maioria das vezes só as vejamos através das reportagens que testemunham sua errância pelas cracolândias. Não devemos, contudo, deixar que tais imagens representem para nós a totalidade do problema. 
Ele é, infelizmente, muito maior. Os frequentadores das cracolândias são “apenas” a expressão terminal da doença. Doença esta marcada pela potência avassaladora da droga, que transforma as tentativas de interrupção do consumo em crises de abstinência absolutamente insuportáveis sem ajuda especializada.


Assistimos, paralelamente, a um longo debate sobre a oportunidade do recurso à internação destas pessoas, mesmo que não haja seu consentimento. Podemos dizer que a internação psiquiátrica (voluntária ou não) é muitas vezes necessária, urgente mesmo, mas nunca suficiente. 
Não podemos reduzir o tratamento desta situação e, de modo mais amplo, de várias outras doenças psiquiátricas, simplesmente a uma hospitalização, ainda que esta esteja perfeitamente indicada. 
Aqueles que têm a experiência da dependência química conhecem os riscos, enormes, das recaídas. Eles só podem ser minorados através de uma proposta clara de tratamento e da continuidade dos cuidados, que precisa incluir o recurso eventual à hospitalização.
Durante o século XX, o modelo psiquiátrico que prevaleceu no atendimento proposto pelo Estado foi o da exclusão asilar, ou seja, um modelo onde muitas vezes era difícil sair do hospital. Contestado por amplo movimento que resultou na lei que hoje vigora, ele foi substituído pelo modelo “antimanicomial”, em cuja perspectiva a internação passou a figurar como “último recurso”, uma vez esgotadas todas as outras possibilidades de tratamento. 
Estas outras possibilidades permanecem, apesar dos enormes esforços e da qualidade técnica dos que nelas trabalham, amplamente insuficientes, resultando em saturação e inevitável perda de qualidade no tratamento de crises e na capacidade de acolhimento de novos casos. O resultado prático para a população é o agravamento de certas situações de adoecimento até o paroxismo da crise individual ou, no caso de nossa epidemia, da crise social. 
O desafio, em suma, é o de não substituir uma exclusão por outra, anti-hospitalar, onde o difícil muitas vezes é encontrar a porta de entrada para o tratamento.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Do I ao III...



O I Simpósio de Psicanálise de Niterói aconteceu em 2008 com o tema "Nas veredas da Psicanálise". No ano seguinte, em 2009, o II Simpósio de Psicanálise de Niterói trouxe como o eixo central a "Sexualidade: sexuação e escolha e objeto". 


Este ano, dando continuidade à série de eventos, o III Simpósio de Psicanálise de Niterói acontecerá em setembro, com o tema "A Psicanálise, ainda? Clínica e contemporaneidade" que pretende abordar as novas formas de mal estar e clínica psicanalítica no contemporâneo.

Aguarde novas informações...